Junho de 2009


Manchester City Council has cancelled hundreds of fines for drivers caught on camera in bus lanes, after the Conficker worm hit its fine processing systems.

The council’s IT systems were hit by the virus in February, and meant that 1,609 tickets could not be issued within the legal time limit of 28 days, it has been reported.

The council will now lose £43,000 in revenue from bus lane fines, the Manchester Evening News has reported.

More significantly, the Conficker worm problem will cost the council £1.5 million in total, the paper stated. The IT department spent £1.2 million fixing the problem, including £600,000 on external IT consultants, including Microsoft staff, £169,000 on staff to process a backlog of benefits claims and council tax bills, and compensation payments to families awaiting benefits.

The council’s disaster recovery strategy has also come under fire, after staff were forced to keep paper records. They were unable to send emails and open computer files.

A report from the council said the systems problems caused by the virus resulted in “major concerns” on risks to “vulnerable adults and children through degraded social care activity” as well as delays to school admissions, the newspaper reported.

But the council said the risks were managed and that services were still delivered. Nevertheless, it has now banned staff from using memory sticks, and disabled all USB ports.

Computer World UK

A partir da próxima semana, a Telefônica não poderá mais comercializar novas assinaturas do Speedy até que melhore a qualidade do serviço, segundo notícia do jornal Folha de S. Paulo.

O despacho será publicado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) no “Diário Oficial” da União, na segunda-feira (21). O produto de acesso à banda larga só poderá ser vendido novamente quando a operadora comprovar que as medidas impedirão novas panes.

Uma fonte da Anatel disse ao site do Estadão que a decisão foi tomada na última quarta-feira e, caso o compromisso não seja cumprido, a multa prevista é de 15 milhões de reais e mais mil reais para cada assinatura vendida durante o período de vigência de proibição.

A suspensão se deve às constantes falhas no serviço durante os últimos doze meses. Os jornais informam que o prazo para a Telefônica apresentar um novo plano está previsto para os próximos trinta dias.

A companhia ainda não se pronunciou a respeito, pois ainda não foi informada oficialmente da punição.

Os problemas em 2009 com o Speedy se iniciaram, abertamente, com um incêndio nas instalações da Telefônica em Barueri. Os problemas persistiram pelos meses seguintes, com grandes falhas em março e abril. Em junho, muitos usuários reclamam da instabilidade das conexões.

Fonte: Info

O mercado já começa a fazer as contas de qual será a perda para a Telefônica caso a empresa demore muito tempo para estabilizar sua rede e poder voltar a comercializar o serviço de banda larga, o Speedy, hoje proibido pela Anatel.

“A perda de receitas não é muito grande. O pior é para a imagem da empresa”, afirmou Jacqueline Lison, do banco Fator. De acordo com ela, a operadora pode perder até R$ 12 milhões se ficar proibida de comercializar o serviço em três meses.

Para chegar a esse valor, o banco projetou a adição líquida de usuários dos períodos anteriores e as mensalidades que deixarão de ser recolhidas em um trimestre.

Mas a executiva salientou que o mercado não sabe o tempo de que a empresa irá precisar para cumprir a medida cautelar da Anatel. Entretanto, acredita que se for de apenas um mês, os concorrentes não terão tempo de traçar estratégia mais agressiva para ocupar o espaço da concessionária. “A demanda por banda larga em São Paulo continua ainda muito aquecida e é difícil que alguma empresa consiga fazer mais”, completou.

Fonte: IMASTERS

Pesquisa realizada pela IDC aponta que 24% das empresas públicas não têm planos de contingência. Entretanto, 72% delas investirão em soluções de contingência, seja para manutenção ou melhoria. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira, 09/06, durante o “Decision Report Analysis: Risco e Compliance no Setor Público”, realizado pela Conteúdo Editorial, em São Paulo, que reuniu representantes de órgãos públicos para debater sobre as questões de adequação às regras e Segurança da Informação na área do Governo.

“Um plano de contingência de negócio envolve antes de TI, procedimentos e processos e o funcionário deve ser orientado sobre as políticas envolvidas. Quando isso não acontece, em algumas instituições, as pessoas tentam resolver os problemas da melhor maneira. Isso pode comprometer talvez não o funcionamento daquela empresa, mas o que ela repassa para órgãos superiores, influindo no resultado final do trabalho”, diz Célia Sarauza, Consulting Manager da IDC Brasil, que realizou a pesquisa com 130 empresas públicas entre novembro de 2008 a janeiro de 2009.

Embora na maioria das companhias avaliadas haja um plano de contingência, elas possuem um nível básico de segurança: 96% já utilizam alguma solução de segurança, que pode ser desde antivírus, antispam até soluções mais arrojadas. Dessa amostragem analisada, 92% delas afirmam que, em 2009, há uma grande parcela do orçamento para atualização das soluções de segurança ou aquisição de novos sistemas.

“Em contrapartida, mesmo que as empresas tenham soluções de Segurança da Informação capazes de bloquear as invasões, muitas vezes, o que percebemos é a falta de atualização nas máquinas porque os funcionários não o fazem”. Na opinião dela, isso não aconteceria e prejuízos seriam evitados caso houvessem regras estabelecidas pela companhia para que os funcionários as cumprissem de forma consciente.

Da mesma forma, o roubo ou perda de notebooks também envolve a implementação de políticas de segurança. “Alguns fabricantes já colocam o dipositivo autoformatado, em caso de roubo, seja um notebook, smart phone ou pen drives. Entretanto, se as pessoas não tiverem consciência do conceito de ética e conduta da empresa de nada adiantará a evolução tecnológica”, completa Célia.

Investimento em TI

O estudo aponta ainda que a área de TI do Governo tem a missão de entregar cada vez mais serviços que atendam o cidadão, baseados em regulamentações do Governo, além de outras normas internas, como Governança Corporativa. “O setor público reverteu a imagem junto ao cidadão de que ele está prestando serviço. Temos observado que as pessoas sentem fazer parte da Cidade, Estado e País”, avalia Célia.

Prova disso é que 63% das companhias públicas consideram “Aumentar a eficiência dos processos internos” prioridade de gestão. Já os objetivos “Melhorar o atendimento ao cidadão” e “Reduzir custos operacionais” seguem no ranking das prioridades com 52% das respostas das organizações.

Mais da metade dos entrevistados afirma que os sistemas desenvolvidos exigem atualização, principalmente, devido ao tempo de desenvolvimento. Portanto, os volumes de banco de dados são enormes. “Em geral, esses sistemas legados são atualizados por equipes internas que não é responsável em adequar o sistema, ela tem a obrigatoriedade de fornecer recursos internos para que o prestador de serviço seja bem orientado e conduzido”, aponta Célia Sarauza.

Segundo os entrevistados, mais de 70% alegam que a manutenção dos sistemas legados é feita pelas equipes internas porque os profissionais trabalham nessas empresas há muito tempo, conhecem bem os sistemas e as políticas da empresa.

Fonte: Decision

Na semana passada, a Polícia Federal prendeu mais de 80 pessoas acusadas de envolvimento em diferentes tipos crimes online, como o desenvolvimento de códigos maliciosos, emissão de spam, fraudes, furtos de dados e desvio de dinheiro.

Na opinião do diretor da empresa de segurança Netsafe Jamildo Vieira, escapar de golpes do tipo envolve ter aplicativos de segurança no PC, mas também cuidados do usuário que deve evitar sites suspeitos, clicar em links enviados por desconhecidos ou baixar executáveis anexados em e-mails de autor não confiável.

“O usuário brasileiro tem melhorado suas práticas de segurança, em especial na hora de trazer transações financeiras pois, de um modo geral, os internautas tem conhecimento de que existem golpes na rede”, diz Jamildo Vieira, diretor da NetSafe.

Segundo Jamildo, no entanto, o cuidado ao navegar na web deve ser constante e os usuários não podem abrir mão de manter o antivírus atualizado e evitar compartilhar senhas de acesso com terceiros.

“Ainda é comum você ver usuários que desabilitam o antivírus em momentos críticos como, por exemplo, quando tem uma tarefa urgente para concluir. Nessas horas, eles consideram mais importante ter agilidade no PC e dispensam a proteção, o que abre uma brecha para a infecção da máquina”, conta.

Na opinião de Jamildo, um meio robusto de ter segurança dos dados pessoais é aliar tecnologia confiável, como aplicativos antivírus, a uma navegação comprometida com a segurança, evitando usar o PC sem o antivírus ou acessando sites suspeitos ou baixando arquivos de terceiros.

Fonte: Info

A Telefônica responsabilizou uma “falha humana cometida por um fornecedor” pela pane que afetou seus telefones fixos ao longo da terça-feira (9).

Segundo a companhia, o problema que deixou usuários de telefonia fixa da empresa sem comunicação desde às 9 horas da manhã teve início quando um operador cometeu um erro ao manipular a rede responsável por completar telefonemas que passam pela infraestrutura da empresa.

O erro foi parcialmente sanado às 9h55min e, segundo a Telefônica, desde às 15 horas todos os usuários residenciais da empresa usam seus telefones normalmente.

Problemas eventuais, no entanto, afetam clientes corporativos da telecom em vários pontos de São Paulo. A companhia afirma que suas equipes vão trabalhar ao longo da noite e madrugada para superar totalmente as dificuldades.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou nota dizendo que acompanha com “extrema preocupação” as falhas que deixaram usuários paulistas sem os serviços de telefonia fixa.

Fonte: TI Inside

A Microsoft divulgou uma atualização para reparar 31 falhas de segurança em seus programas, número recorde para uma única correção.

Os reparos têm como objetivo eliminar vulnerabilidades no Windows, Office e Internet Explorer, assim como importantes componentes de software usados por empresas em centros de processamento de dados.

Uma vez que hackers descobrem tais vulnerabilidades, eles rapidamente começam a desenvolver programas para explorá-las. Tais programas podem ser usados para crimes como roubo de identidade, envio de spam e tomada de controle de sistemas de computadores.

“Correções de software serão especialmente desafiadores para empresas”, disse Dave Marcus, pesquisador sênior na empresa de programas de segurança de computadores McAfee, segunda maior do setor no mundo.

Fonte: Info

São Paulo, 18 de junho de 2009 - O Symantec Security Response - unidade global da Symantec responsável pela detecção de ameaças online – recentemente detectou alguns ataques virtuais relacionados ao site Twitter. As mensagens falsas chegam para o usuário como um convite e trazem códigos maliciosos e um worm do tipo “mass-mailer”. As mensagens detectadas pela unidade da Symantec parecem ter sido enviadas a partir de uma conta do próprio Twitter. Porém, há uma grande diferença em relação às mensagens legítimas desta rede social já que não traz URL ou endereço da web no corpo da mensagem. Ao invés disso, o usuário recebe um arquivo anexado que parece ser um .ZIP e que supostamente traz detalhes sobre o convite. Ao ser aberto, o .ZIP instala um worm que coleta as informações de correio eletrônico do computador e começa a replicar mensagens automaticamente, além de se auto-copiar para drives removíveis como pen drives e discos compartilhados.

Em maio de 2009, a Symantec observou que os níveis globais de spam aumentaram consideravelmente, passando a representar 90% de todas as mensagens trocadas no mundo via e-mail, cenário que permanece igual se comparado ao mesmo período de 2008.

Apesar desta ameaça ter registrado pouca atividade até agora, à medida em que o Twitter e outras redes sociais ganham popularidade entre os usuários, a troca de convites e mensagens entre os membros da mesma rede será cada vez maior e os spammers continuarão se aproveitando dessas oportunidades para realizar seus ataques. Por isso, a Symantec recomenda que os usuários continuem prevenidos, mantendo seu software anti-vírus sempre atualizado e desconfiando de e-mails vindos de usuários desconhecidos.

Para mais informações, acesse: https://forums2.symantec.com/t5/blogs/blogarticlepage/blog-id/spam/article-id/203

Fonte: Symantec

Quem tem seu título eleitoral cadastrado na cidade de Búzios, no Rio de Janeiro, deverá comparecer a um posto da Justiça Eleitoral para registrar dados biométricos.

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o cadastramento é obrigatório na cidade e quem não se registrar perderá o direito de votar nas eleições de 2010 além de sofrer outras restrições por não possuir título de eleitor, como não conseguir prestar concurso público ou tirar passaporte.

A Justiça vai coletar a impressão digital do eleitor e tirar uma fotografia do rosto do cidadão. Os dados ficarão armazenados num servidor do poder Judiciário, para consulta no dia da eleição.

Quando for votar, o cidadão vai provar com sua impressão digital que é, de fato, o dono do título apresentado.

A cidade de Búzios, que cadastra seus eleitores desde essa segunda-feira (15) até dia 14 de julho faz parte de um conjunto de municípios que terá seus eleitores cadastrados com dados biométricos até 2010. o objetivo do TSE é que até no ano que vem ao menos 4 milhões de brasileiros votem em urnas com reconhecimento de digitais.

A votação com recurso de biometria já foi testada durante as eleições municipais do ano passado nas cidades de Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO).

Fonte: Info

A Assembleia Legislativa de Curitiba aprovou nesta segunda-feira projeto de lei que obriga estabelecimentos que comercializam horários na internet - como lan houses e cibercafés - a cadastrar clientes e a instalar câmeras que identifiquem o rosto dos usuários dos computadores. O objetivo do Projeto 053/09, encaminhado para sanção do governador Roberto Requião (PMDB), é facilitar a investigação da polícia em crimes cometidos pela internet, como pedofilia, difamação, extorsão, entre outros. Segundo o Núcleo de Combate a Cibercrimes (Nuciber), da Polícia Civil, 30% dos crimes pela internet no estado são cometidos nesses estabelecimentos.

Se o projeto for sancionado, as lan houses e cibercafés terão de manter o cadastro por dois anos com nome do usuário, identidade, endereço, telefone, o equipamento e o horário em que foi utilizado, além do endereço IP (do inglês internet protocol) - número registrado pelo computador cada vez que a rede é acessada. As informações só poderão ser liberadas à polícia mediante autorização do próprio usuário ou por determinação da Justiça.

Os delegados que investigam cibercrimes no Paraná fazem duas ressalvas em relação ao projeto de Ney Leprevost e Marcelo Rangel. Tanto Demétrius Gonzaga de Oliveira, do Nuciber, da Polícia Civil, quanto Flúvio Cardinelle, do Núcleo de Repressão a Cibercrimes da PF, defendem que a medida seja estendida também aos estabelecimentos que disponibilizam internet grátis a clientes (como bibliotecas, bares e shoppings). Os dois também afirmam que o fato de a polícia ter acesso às informações do cadastro apenas por via judicial ou por decisão do próprio usuário atrasará as investigações.

Projeto de lei prevê cadastro nacional

A obrigatoriedade de cadastro dos usuários de estabelecimentos que comercializam horários na internet pode se tornar nacional. Tramita no Senado desde o ano passado o projeto de lei 296/08 do senador Gerson Camata (PMDB-ES), que prevê o registro das mesmas informações do projeto de lei estadual. A diferença é que o projeto de lei federal prevê que os cadastros sejam armazenados por três anos nos estabelecimentos, e não por dois, como no projeto de lei do Paraná. De acordo com o Comitê de Gestão de Internet (CGI) - órgão criado pelo governo federal que coordena e integra iniciativas de serviços de internet com a participação de ONGs, universidades e empresas - as lan houses são o principal local de acesso à internet no país, com 48% das conexões.

A multa prevista para os estabelecimentos que não fizerem o cadastro seria de R$ 10 mil a R$ 100 mil, conforme a gravidade do crime cometido. No caso de reincidência, o estabelecimento teria o alvará cassado.

Para o delegado Demétrius Gonzaga de Oliveira, a necessidade de uma lei federal é urgente. “A internet não impõe fronteiras. O sujeito de um estado distante, como Rondônia ou Acre, pode tranquilamente cometer um crime no Paraná pela rede de computadores. Por isso tem de haver uma lei federal”, argumenta.

O número de brasileiros com acesso à internet em casa ou no trabalho atingiu a marca de 44,5 milhões de pessoas em maio. Desse total, 34,5 milhões usaram a internet no mês passado em pelo menos um desses dois ambientes. Os dados são de pesquisa do Ibope Nielsen Online, que pela primeira vez apresentou os resultados da medição também no local de trabalho.

Fonte: O Globo

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